Por Ana Marques
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Sapatinhos Vermelhos - A Sacerdotisa Mutilada
Por Ana Marques
Postado por Ana Marques às 2/13/2011 11:57:00 PM 4 comentários
Marcadores: arcanos maiores, contos de fadas, tarô
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
A Pequena Vendedora de Fósforos
O Louco e a Fuga da Realidade
Por Ana Marques
A Fuga da Realidade
Postado por Ana Marques às 11/22/2010 12:19:00 AM 5 comentários
Marcadores: análise, contos de fadas
terça-feira, 21 de setembro de 2010
A Força e O Enforcado
![]() |
| A Força - Tarô de Marselha |
![]() |
| O Enforcado - The Sacred Rose |
Postado por Ana Marques às 9/21/2010 12:45:00 AM 0 comentários
Marcadores: Curso de Arcanos Maiores
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
A Força – A Cura do Instinto Ferido
Nosso leão está ferido. É preciso resgatá-lo e devolver a ele a dignidade perdida. É preciso curá-lo para que recupere a sua força. Para que recuperemos a nossa própria força.
Simbolismo Tradicional
A Bela e a Fera
O Leão da Neméia
O Equilíbrio – A Busca e a Cura
Postado por Ana Marques às 8/13/2010 02:40:00 PM 0 comentários
Marcadores: A Força, Espelho Negro
domingo, 24 de janeiro de 2010
A Torre - Rupturas e Libertações
Por Ana Marques
Não importa por qual meio procuremos nos esconder; quantas casas, sobrados, castelos, torres ou fortalezas construamos para nos proteger. Em algum momento, tudo rui ao nosso redor. Por mais que desejemos continuar nossa vida como sempre foi, somos derrubados quando nos recusamos a nos libertar sozinhos.
Em algum momento os raios e trovões mostrarão a fúria da natureza perante a nossa imutabilidade e atingirão a nossa Torre. Não importa com qual material e técnicas a tenhamos construído, ela virá abaixo.
A Torre dos Traumas
Composta de dores e mágoas, a primeira torre se mostra quase indestrutível. Repleta de lembranças, finca suas bases no passado e o resultado no presente. Dentro dela estão todos que impedem o passado de permanecer onde deveria: no passado. Dentro dela estão os inseguros, vacilantes, incapazes e indecisos. Mas nenhum desses adjetivos visa diminuí-los, mas mostrá-los tais como vêem a si mesmos: inseguros para recomeçar, vacilantes para dar novos passos, incapazes de seguir em frente e indecisos quanto à própria capacidade.
Esquecidos de observar a constante mutação da natureza à sua volta, se prendem a comportamentos padrões que visam protegê-los de qualquer mudança de atitude, e permanecem repetindo que a experiência os ensinou ou a vida os fez assim. Eximem-se da responsabilidade sobre a própria vida e aceitam resultados previsíveis apenas para não correr riscos.
Escondidas atrás das paredes de seus traumas passados e da pena daqueles que cruzam seu caminho, essas pessoas permanecem justificando o presente através de suas memórias e à custa do próprio futuro. Impedem-se de ser mais verdadeiras consigo mesmas, com suas atitudes e com o próprio caminho, vivendo no dia a dia de uma rotina cômoda e, por isso mesmo, limitante.
Existem traumas de todos os tipos e cada um deles constrói a mesma torre. Nela colocamos tudo que vivemos, como base para o que não desejamos mais e, dessa forma, justificamos atitudes, loucuras, medos e incertezas.
Não seguiremos à direita, porque quando por ela caminhamos, tropeçamos numa pedra; não amaremos ninguém porque alguém nos traiu; nos comportaremos como neuróticos medrosos porque sofremos perdas; nunca confiaremos em determinada pessoa porque um dia ela se comportou dessa forma, etc., etc., etc.
As listas de desculpas são infinitas. No entanto, não passam disso: desculpas.
Permitir que os fatos passados determinem o nosso presente e, conseqüentemente, nosso futuro, é a construção de uma torre baseada no medo, na fraqueza e no comodismo. Ela é extremamente confortável, posto que desperta a pena e a simpatia alheias. Desperta a certeza de que as pessoas compreendem sua necessidade de proteção e desejarão protegê-lo. Mas isso significará adicionar mais tijolos à já sólida construção. E, enquanto preocupam-se em assistir ao filme repetido dos sofrimentos antigos, enquanto interessam-se por continuar despertando a compreensão dos espectadores eventuais, a tempestade se aproxima...
A Torre da Espiritualidade
Um caminho de buscas e encontros espirituais. Nossos anseios são preenchidos pelos conceitos metafísicos descobertos. Um mundo de segredos, de códigos e de práticas se abre à nossa frente. Nos tornamos conscientes de que, a cada ritual praticado para modificar nosso interior, nos aproximamos mais e mais de uma transcendência que o restante da humanidade – coitada! – sequer pode sonhar. Aos poucos, esse caminho se mostra tão perfeito e nos torna pessoas tão melhores que precisamos dividi-los com os outros. Passamos então a angariar discípulos, criar associações, dar palestras e cursos. Todo nosso caminho se volta a guiar pessoas.
Algumas vezes, alguns dos que nos procuram questionam nossos métodos, caminhos, posições e posturas. Curiosamente eles colocam perguntas que parecem ser acusações veladas. Sentimo-nos injustiçados pelo tanto que os ajudamos e pelo fato que, ainda assim, eles insistem em não retribuir. Em outras vezes, amigos próximos ou pessoas que trilham caminhos semelhantes, colocam em xeque nossos posicionamentos e conselhos, argumentando não verem aplicarmos os mesmos em nossa vida. Novamente, arvorando-nos em nossos conhecimentos e estudos, colocamos inúmeros motivos pelos quais todos estão errados.
No entanto, bastaria um olhar em nossa vida para ver as ilusões que estamos nos impingindo. O que ensinamos, não colocamos em prática. O que estudamos, não conseguimos aplicar. Na aparência de “supremas autoridades” nos escudamos, para não precisarmos de justificativas. Os discípulos assistem ao espetáculo da tranqüilidade enquanto que, nos opositores ou nas pessoas próximas, descontamos nossas frustrações. Por mais que a capa da invisibilidade que desenvolvemos disfarce nossos defeitos e nossas idiossincrasias, que nos recusamos a trabalhar e integrar, esses tumores alimentados pelas células cancerosas de nossos medos continuam se multiplicando. E assim os trovões, ao longe, podem começar a ser ouvidos...
A Torre da Perfeição
Dessa torre, apenas um incômodo interior, uma sensação de vazio, de torpor diante da vida, pode detectar a existência. É quase como que um aperto constante no peito, a denunciar que algo está errado nessa vida perfeita. Exatamente por ser tão pouco visível, é uma das mais difíceis de destruir conscientemente. Quem está de fora, nos inveja pelas conquistas que tivemos: o emprego certo, o casamento certo, os filhos certos, a casa certa, o status certo. Qualquer um que nos olhe, verá apenas o que existe de bom e maravilhoso na vida que temos. Mas ninguém irá sentir (ou perceber) aquele aperto no peito que dia e noite nos incomoda.
Tenha sido por acaso ou fruto de um longo trabalho, a vida construída é admirada e faz de nós o orgulho de nossos pais. A maioria das pessoas nem entenderiam se falássemos ao discorrer sobre a busca de um sentido da vida, acreditando que não tivéssemos porquê reclamar sendo que as necessidades visíveis estão preenchidas.
No entanto, a sensação de desconforto permanece e nosso mundo perfeito parece não combinar em alguns aspectos. Mesmos que as cores e as posições pareçam corretas, algo nele desvirtua a perfeição aparente. Algo nele nos remete ao frio imenso que reina num canto escondido de nós. E, de tanto olharmos, num determinado momento a resposta nos vem, tal qual o som de um trovão: falta vida. Falta ali a nossa vida. No quadro que pintamos e mostramos ao mundo, não estamos presentes em essência. Apenas nossa máscara encara os passantes, nos olha de volta no espelho e convive com os presentes. Os relacionamentos amorosos, pessoais, profissionais, obedecem aos limites impostos por ela. Optar por permanecer mascarado, mesmo reconhecendo a insatisfação advinda disso, é aceitar a estagnação em prol do comodismo e, enquanto isso, o vento torna-se a cada momento mais violento, e o som do trovão mais forte...
A Libertação
Cai a tempestade.
Trovões ribombam de forma ensurdecedora. Ventos parecem querer nos arrancar do lugar. Receosos, desejamos nos esconder da fúria da natureza. Porém, hoje, as vítimas somos nós: nós e nossos medos, nossas fraquezas, nossos traumas, espiritualidade e perfeições. Debaixo da cama, dentro da torre construída com tanto empenho, sentimos seu tremor. Seus tijolos já não passam tanta segurança e suas estruturas parecem prestes a ruir. O temporal aumenta de intensidade. Um raio, mais forte e brilhante que os outros, corta o céu com destino certo: a nossa torre. Ele acerta o topo do nosso orgulho, dilacerando nossas defesas e nos atirando para fora da nossa zona de conforto. Caímos feito sacos de farinha no chão, indignados por sermos tão frágeis quanto, mais cedo ou mais tarde, descobrimos que somos. A chuva molha nosso rosto pela primeira vez em muito tempo. O vento castiga nossa face como há muito não fazia. O que fazer agora? Para onde ir? Sabíamos que um dia a natureza, interna e externa, iria se revoltar e nos forçar a busca de um novo caminho.
Não importa realmente como essa queda se dê. A própria estrutura dinâmica da vida não admite a permanência: viver é estar em constante mudança. Tentar ficar dentro de uma redoma, mesmo que construída com os melhores motivos (ou desculpas) possíveis, é estar contra o fluxo natural. Dentro de nossos corpos, diariamente, os órgãos se renovam. Da mesma forma, nossos atos precisam nos levar ao encontro à renovação, ao encontro a novas vidas, todos os dias.
A chuva, após a tormenta inicial, vai amainando aos poucos. Os raios cessam, os trovões já não podem ser ouvidos. Olhamos em volta e percebemos que podemos seguir para qualquer caminho, já que perdemos tudo que tínhamos. O céu permanece escuro, mas podemos pressentir a presença do sol. Ele está em algum lugar entre aquelas nuvens.
Está na hora de ir encontrá-lo.
Postado por Ana Marques às 1/24/2010 11:17:00 PM 2 comentários
Marcadores: análise, arcanos maiores
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
O Eremita e a Roda da Fortuna
IX - O Eremita
Distanciou-se das preocupações cotidianas para que seu tempo estivesse ocupado em aprender as leis universais que rege cada um de nós. O Eremita abriu mão da vida em sociedade para que pudesse descobrir sua própria luz, longe das luzes artificiais das cidades. Seu caminho anterior encontra-se resolvido, por isso ele não sente a menor necessidade de olhar para trás e ver o que deixou. Sua escolha foi feita de forma consciente, e por isso, não existem arrependimentos. O bastão o apoia, o protege (sempre pode ser usado como uma arma) e reforça sua integração com a terra, não deixando que ele passe a se sentir acima da humanidade por causa das descobertas que fez. Suas roupas são práticas, podem protegê-lo das interpéries e ao mesmo tempo não o impedem de caminhar livremente. O lampião é a luz que ele próprio alimenta, sem que sua inteligência esteja a serviço essa luz apagaria rapidamente, e isso nos mostra uma lição: não existe luz eterna, qualquer que seja ela precisa ser alimentada conscientemente.
Seu desafio consiste em não criar falsas imagens de um Eremita e mergulhar na imitação do que não tem relevância: a aparência, as roupas, o bastão, o lampião. Vestir-se como um não efetua nenhum tipo de transformação, a luz que alimenta o lampião vem de dentro. Além disso, buscar um isolamento literal da sociedade não é imperioso, já que a mensagem é não deixar que as preocupações da sociedade impeçam que haja espaço para que floresça a essência da sabedoria. E por último, é preciso aprender a conviver com a solidão, de forma que ela não se torne sua única companheira - fazendo de si mesmo um ser arredio à companhia dos outros - ou pior ainda, que a procure como uma fuga a um feroz sentimento de inadequação em relação aos outros. Vestir capas para acobertar esses qualquer um desses problemas não os solucionará, apenas fará com que o tempo faça-os mofarem e cheirarem mal.
2- Orientação de um guia - O preconceito pode fazer com que muitos desejem pular essa parte, mas é importante esclarecer que temos "professores" ou "guias" em todo tempo de nossa vida. Podemos aprender ouvindo de um trauseunte na rua uma frase perdida que nos toque e faça brilhar uma luz em nosso interior. Conversar e trocar experiências com pessoas mais vividas e/ou mais velhas também são fontes inesgotáveis de saber, não é preciso que se aceite a experiência alheia literalmente, mas ouvi-la pode nos trazer pontos de vista não imaginados de uma situação vivida. Saber ouvir, além de discutir e filtrar o que se ouve, faz parte do processo do aprendizado que leva a sabedoria.
3- União extática com Deus - É importante não abrir mão desta última, independente da religião seguida (ou mesmo da falta dela), já que ela significa a união com o Deus interior.
A chama que precisa ser acesa, e alimentada, é a nossa centelha divina. E essa mensagem está sendo claramente apresentada em seu caminho. Enxergá-la, entendê-la e aplicá-la faz parte do processo de aprendizado que o Arcano veio lhe trazer.
Gira o mundo e com ele a vida, analogia perfeita para a Roda da Fortuna. Quem está em cima, logo estará embaixo. O que sobe tem que descer. O poder é ilusão passageira e a sabedoria nos mostra que o destino segue inexorável para aqueles que seguem em sua vida na superfície. Um dia após o outro, tomando decisões sem conhecer as motivações interiores.Postado por Ana Marques às 12/28/2009 07:46:00 PM 0 comentários
Marcadores: Curso de Arcanos Maiores
domingo, 8 de novembro de 2009
O Carro e A Justiça
Por Ana Marques
VII - O Carro ou A Carruagem
É importante ter as rédeas do teu veículo, mas para alcançar o destino que realmente deseja, é importante saber para onde se deseja ir e por qual caminho. O grande aprendizado da viagem não é o ponto de chegada, mas a estrada em si: é ela, com seus buracos, obstáculos, surpresas e vistas maravilhosas, que mais nos ensina. Para que consigamos dirigir, precisamos mais que controlar o veículo, precisamos conhecer e controlar a nós mesmos antes que numa curva qualquer do caminho nos atiremos num precipício por puro descontrole ou descaso.
O desafio desse arcano é obter o controle, as rédeas, a direção sem nos distanciarmos de nosso objetivo. E mais que chegar a algum lugar, precisamos ter certeza que estaremos orgulhosos da forma como o fizemos.
Utilização prática: O carro nos traz a mensagem sobre objetivos e conclusões. Ele nos mostra que temos um longo caminho pela frente, antes de chegarmos a qualquer lugar. Esse caminho, repleto de surpresas, é que irá fazer a diferença quando chegarmos ao nosso destino. Importa sim quais são os meios, dizer que não é negar o próprio aprendizado da vida, posto que o objetivo conhecido de todos é a morte. Importa conhecer quem é aquele que dirige, apenas o domínio de si mesmo poderá fazer com que aquele que é dirigido (o Carro, os animais) o obedeçam. A vida lhe chama para que você aceite a responsabilidade de conduzi-la, do destino resultado da estrada que está seguindo, do aprendizado que o caminho tem a lhe mostrar. Aceitar essa responsabilidade é uma opção, mas fugir dela é deixar que o acaso tome as rédeas e isso, por si só, já é um caminho.
VIII - A Justiça
Do prato da justiça pende a balança que nos mostra como está nosso equilíbrio, nossa capacidade de ser imparcial diante das questões da vida: da nossa vida. O velho conceito de que a justiça é cega pode nos iludir a todos se o entendermos da forma literal, mas na realidade fechar os olhos físicos é abrir os olhos interiores: nem sempre os fatos mostram a realidade em toda sua abrangência; muitas vezes eles conseguem apenas nos fornecer os ângulos incompletos de um problema. O mesmo fato observado por várias pessoas terá descrições diferentes, às vezes até opostas. Exatamente por isso, é preciso que nos concentremos no que nos diz respeito, sem tentarmos posar de juízes dos outros, quando as visões que temos dos problemas alheios não conseguem incluir as suas experiências.
A deusa sentada ao trono tem a espada de fio duplo levantada. Esta espada mostra claramente que a busca pela justiça é uma luta, muitas vezes uma luta mental - posto que a espada é, normalmente, associada ao elemento AR - mas além de tudo, por cortar de ambos os lados, simbolizando que toda questão é ambivalente. A ética interior é o princípio que conta no momento da escolha, na hora de verificar qual dos lados pesará mais.
É preciso que uma visão aguçada, que vá além daquilo que desejamos ver, seja desenvolvida. A coruja traz em sua figura tanto a sabedoria, como a visão. Durante a noite, quando "todos os gatos são pardos" ela pode enxergar claramente e, dessa forma, caçar a sua presa. Se, como ela, conseguirmos ver além das sombras enganadoras da obscuridade, podemos trazer nosso objetivo até nós: um objetivo real e não algo que apenas se pareça com ele.
O desafio da justiça é ser imparcial em seus julgamentos. Deixar-se levar pelos desejos e paixões interiores de forma desenfreada, sem colocá-los em suas devidas proporções, é entregar as escolhas ao acaso, algo como: "se eu der sorte, isso vai funcionar", completamente desprovido de lógica. É importante olhar para dentro, e utilizar a força interior para que suas escolhas sejam conscientes e não apenas impulsos vazios.
Todo esse desenvolvimento visa desenvolver uma ética interior, mas que - seja bem frisado - só valerá para nós mesmos. Utilizar essa ética para julgar os outros é um exercício de egocentrismo, onde defendemos que nossa visão é a melhor e mais correta para todos, sem perceber que ela é limitada ao nosso mundo (criação, meio, cultura, herança) e que não temos alcance para compreender o mundo alheio. Por isso, o desafio também é composto de humildade para que possamos entender que o poder do julgamento é nosso, para nosso uso pessoal.
Utilização prática: A vida lhe apresenta as ferramentas para que se conscientize de como chegar a uma decisão justa e ponderada, que vale apenas para você. Ela o prepara para a luta que cada um de nós enseja quando estamos dispostos a defender nossa integridade pessoal e ética do mundo que tenta nos moldar a padrões pré-estabelecidos. Você tem a sua disposição a sabedoria interior, que é encontrada no silêncio, e o conhecimento de onde deseja chegar. É preciso levantar a espada, segurando-a firmemente, mesmo que não se tenha a intenção de usá-la até que seja necessário. A firmeza é exigida para que todo o teu mundo exterior aceite e se molde aquele que o comanda: você.
Postado por Ana Marques às 11/08/2009 10:47:00 PM 0 comentários
Marcadores: Curso de Arcanos Maiores
























